Viu pela primeira vez uma canoa no Rio Marathaoan, agora constrói barco para cruzar oceanos

 Viu pela primeira vez uma canoa no Rio Marathaoan, agora constrói barco para cruzar oceanos

O piauiense natural de União/PI, Paulo Afonso Pereira da Silva, 60 anos, iniciou uma paixão pelas embarcações quando tinha sete anos e viu pela primeira vez uma canoa no Rio Marathaoan, em Barras/PI. A partir daí ele acalentou o sonho de ter uma embarcação de porte por vários anos e sonho se tornou realidade por suas próprias mãos.
Em 1999, Paulo Afonso construiu um veleiro de 4,70 metros e o batizou de Li-Si-Ri, iniciais dos nomes das suas filhas: Lia, Sílvia e Rita. Mais tarde fez um bote de aproximadamente 2 metros para servir de apoio a embarcação em seus passeios pelo litoral piauiense.
Agora, seu objetivo é uma navegação mais longa. “Depois que se constrói um barco, dificilmente para-se naquele. No meu caso, por exemplo, ao construir o Li-Si-Ri, meu primeiro barco, novos horizontes se abriram. Logo pensei na construção de um outro barco bem maior, que me permitisse não só pequenos cruzeiros litorâneos, com necessários, confortáveis e seguros pernoites, mas também viagens mais longas e eventualmente uma travessia, quem sabe?”, afirma Paulo Afonso onde relata a construção do Trimarã (embarcação com três cascos paralelos). O nome, segundo ele, significa Brisa Suave.
O novo barco teve sua construção iniciada em 2004, medindo 11,70 metros e terá banheiros, quartos, cozinha, dispensa, entre outros itens que facilitarão a realização dos grandes sonhos de Paulo Afonso: cruzar o Oceano Atlântico e dar uma volta ao mundo. O piauiense navegante é um exemplo de que, se navegar é preciso – em todos os significados que a expressão possa enunciar -, ir em busca dos seus objetivos é mais que necessário.
Mais informações: http://www.veleiro-aragem.com/
(*) Carlos Lustosa Filho, especial para a tribunadebarras.com


Diego Albert

1 Comment

  • Os politicos deste Estado devia ter um pouquinho de sensibilidade com os talentos que temos em nosso Estado. Cabeças como a de Paulo são exemplos que eles deviam citar em seus projetos, incentivando a criatividade de nossos talentos. Um abraços aos barrenses. Do conterraneo Francisco das Chagas Rodrigues do Nascimento (União/PI)

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