O livro de Suzanne Venker “quebra” o feminismo

No Brasil, o filósofo Luíz Felipe Pondé, da USP, já vem dizendo há muito  tempo: “Feminista não entende nada de mulher”. Mas esse mote de Pondé não é novo. Já faz muito tempo que o mundo vem fechando as portas para o feminismo e os males que ele causou à sociedade e, especialmente, às mulheres. O livro de Suzanne Venker com o título de “The Flipside of Feminism” enumera alguns dados que demonstram o quão prejudicial o feminismo é para as mulheres.

PONTOS PRINCIPAIS:

  • 1) O feminismo não emancipou a mulher. Na verdade, o feminismo prejudicou a mulher ao colocá-lo numa prisão de pensamento negativo e ao promover um beco sem saída de promiscuidade.
  • 2) Vários estudos demonstram que as mulheres são MENOS felizes debaixo das pressuposições e prácticas culturais feministas.
  • 3) As mulheres não devem tudo às feministas. O feminismo não conferiu às mulheres o direito de votar ou de ir para a universidade. Estes direitos já existiam ANTES da “Segunda Vaga Feminista” dos anos 60.
  • 4) O Movimento Sufragista Feminino não era um “movimento feminista”. Na verdade, as “Sufragistas” eram pró-vida, pró-família e mulheres conservadoras. As feministas actuais rejeitariam ser associadas a um grupo composto por este tipo de mulheres.
  • 5) O feminismo roubou às mulheres a tendência natural de colocar a família e o casamento – a parte mais significativa da sua existência – no centro das suas vidas. Em vez disso, o feminismo actual envergonha as mulheres e força-as a acreditar que o materialismo da sua carreira deve ser colocado no centro da sua vida.
  • 6) As mulheres deveriam ignorar as prescrições feministas institucionalizadas que desvalorizam a maternidade e o casamento. Elas deveriam organizar as suas vidas de modo a que coloquem a família como a experiência mais importante e significativa das suas vidas.
  • 7) O feminismo é um movimento acabado nos EUA.