Sucessão de crimes: pais e mães matam filhas adolescentes ao descobrirem que não são mais virgens

 Sucessão de crimes: pais e mães matam filhas adolescentes ao descobrirem que não são mais virgens

Um homem de 51 anos foi preso na última Terça-feira (14 de Agosto de 2012), depois de matar a filha e a ex-mulher. Ele descobriu que a filha, de 13 anos, não era mais virgem, o que teria motivado os assassinatos.
Élson Siqueira esfaqueou a ex-mulher e amarrou a filha, com uma corda a uma pedra de 15 quilos e a jogou no Rio Paraíba do Sul. Ele revelou a ação em depoimento do delegado Gustavo Valentini, da 145ª DP (São João da Barra/BA). Contra Elson existe um mandado de prisão temporária por homicídio e ocultação de cadáver.
O acusado do assassinato ficou foragido por cinco dias, até que se entregou à polícia. Ele justificou as ações dizendo que a ex-mulher o havia traído e a filha, de 13 anos, porque ela já não era mais virgem. O corpo da menina foi encontrado no rio, preso à pedra. Já a ex-mulher foi encontrada na casa onde ela morava, em São João da Barra.

“Geralmente quando o casal se separa e filhos do sexo feminino ficam sob a guarda da mãe a tendência é que a vida moral da filha ou das filhas passe a ser desregrada”, questionou a socióloga e antropóloga Olga Bonfim, enfatizando ainda que “isso não acontecia há umas três décadas, mas atualmente, com a vida sexual desenfreada e desregrada que vive o público feminino, as mães, na maioria dos casos, não estão tendo mais moral para criar as filhas, quando mães solteiras ou separadas dos seus maridos”, finalizou.

São crescentes as estatísticas em todo o Brasil de assassinatos a mulheres que traem seus maridos. Em muitos dos casos a imprensa cita apenas como “ciúme” o motivo do assassinato para camuflar o real motivo, que é a traição conjugal.
OUTRO CASO EM FORTALEZA/CE
Rivaldo Nunes Santos, 49 anos e Vitória Linhares Santos, 45 anos, ele engenheiro e ela advogada, mataram a filha Andréia,de 18 anos, ao descobrirem que a mesma não era mais virgem. O casal e a filha residiam no Bairro Aldeota, um dos bairros de classe média alta da capital cearense. Os pais questionam a “vida vadia da filha” e em depoimento a Polícia disseram que “não iriam sustentar nem embelezar rapariga dos outros”. Que por várias vezes “pedimos a ela que saísse de casa, ela estava trazendo homens para transar com ela dentro da nossa casa, motivada pela Novela Malhação, da Rede Globo, que estimula os jovens a trazerem pessoas para sexo dentro da casa dos seus pais”. A mãe Vitória Linhares Santos disse a reportagem de O Povo que: “não mais aguentávamos a situação e chegamos ao desespero, as atitudes de nossa filha fugiam a nossa formação ética e moral, ela passou a andar com outras moças que não eram mais virgens e a situação piorou depois que ela passou a frequentar uma faculdade pois foi na faculdade onde ela passou a andar com todo tipo de gente que não prestava”, finalizou.
EM PORTO ALEGRE/RS PAI TAMBÉM MATA FILHA AO DESCOBRIR QUE ELA NÃO ERA MAIS VIRGEM
Jonas Fragoso Kischoff, 45 anos, industrial, matou a filha Valéria, de 16 anos, ao descobrir que a mesma não era mais virgem. Descendente de alemão, ele disse que sempre criou as três filhas dizendo que “não aceitava putismo na família e nem tão pouco uso de tatuagens ou piecing”. Jonas Kischoff questiona a má influência da filha com amizades mais velhas, que segundo ele “levaram-na a perdição”. Em entrevista ao jornal Zero Hora ele disse: “Sempre conversei com minhas filhas sobre esse assunto e sempre disse que se algum dia algumas delas resolvesse ser rapariga que procurasse seu rumo, que saísse de casa, dentro da minha casa jamais eu aceitaria, como também se saísse na minha casa não colocariam mais os pés aqui de volta. A Valéria não me ouviu, esta aí o resultado. Não me arrependo e faria tudo outra vez”.
O acusado do assassinato está tendo todo o apoio da esposa Rita bem como de outros familiares que também falaram a reportagem não aceitarem em suas famílias filhas que não fossem mais virgens.

No Rio Grande do Sul credita-se essa onda de assassinatos praticados por pais e mães a filhas que não são mais virgens, vem do Uruguai, onde virou “uma febre” e até o Governo está estudando punições a mulheres que não são mais virgens tendo como argumento que “o putismo está levando ao fim da família”.

Nos Estados Unidos, onde teve início a chamada Revolução Sexual, os próprios jovens fazem campanhas nas universidades pela preservação da virgindade tanto feminina como masculina, até o casamento, e são muitos os seguidores desta nova “onda sexual” nas cidades estadunidenses.

(*) Fonte: Zero Hora

Diego Albert

3 Comments

  • matar ñ sei se eu matava, depende o momento, mas dentro da minha casa eu nao aceitaria. ja converso isso com minhas filhas, querem dá o rabo vao morar em outro lugar

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  • é meu a raparigagem esta solta, quanto mais nova mais vagabunda

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