Vários seguimentos da sociedade de Barras, cidade piauiense de 46 mil habitantes, estão reunidos na reorganização do prédio da Academia de Letras do Vale do Longá. Fundada em 23 de Setembro de 1978 a instituição reúne grandes nomes da cultura e da inteligência da Região do Vale do Rio Longá, mas passa por dificuldades financeiras. Um acervo de cerca de 3 mil livros encontra-se na biblioteca da academia, que sempre foram fontes de pesquisa para estudantes e historiadores do município.

A cidadã Adelina Barbosa, uma das pessoas da linha de frente da organização do ato louvável de “tomar de conta” do prédio da Academia de Letras do Vale do Longá, disse: “Não culpem a atual gestão pela a situação da Academia de Letras do Vale do Longá. Dona Chaguinha é paga pela Prefeitura de Barra para cuidar da Academia. Senhor Paulo, abre também a Academia no período da tarde. Desde o dia 1º de Novembro de 2019 que iniciamos um movimento de limpeza dos livros, as secretárias municipaises estão também ajudando. Material de limpeza, doado pela Secretária de Cultura, ainda hoje temos material sim. Secretaria da sala do empreendedor, mandou lanche para os alunos. Secretária do meio ambiente, tá dando uma organizada nas plantas e jardim.
Mercadinho Rabelo doou também materiais de limpeza.
A empresa da nossa amiga Conceição doou água mineral. O GAV  mandou uma equipe pra dar suporte. Aos Alunos do Gervásio Costa, Universidade e aos amigos que vieram aqui muito obrigada mesmo por não me deixar sozinha nessa Luta. Os imortais da Academia estão estudando a possibilidade de levar o acervo de livros para outra cidade da Região do Vale do Rio Longá ou para Capital do Piauí, até o próximo ano de 2020, deixando a Academia de Letras do Vale do Longá de ter sede em Barras após 41 anos em Barras”.