O feminismo é responsável pelo aumento de homicídios no Brasil

 O feminismo é responsável pelo aumento de homicídios no Brasil
Ninguém nasce gostando de trabalhar. O gosto pelo trabalho só nasce depois que o adolescente é “obrigado” a trabalhar.  Mas, hoje, por causa da legislação de inspiração feminista ( “contra os homens truculentos”), não se pode mais colocar os adolescentes para trabalhar. Também não se pode mais corrigi-los, tudo em nome do feminismo “anti-macho-truculento” (“acho um absurdo aqueles pais, homens,  que batem nos filhos”).
Então, por causa deste feminismo, não podemos mais corrigir os adolescentes truculentos ou preguiçosos ( como  quase todo adolescente é durante determinada fase de sua vida ) . Só o trabalho, a obrigação, a ocupação, é capaz de corrigir os desvios de uma mente adolescente –  ou seja, uma mente que só quer “curtir”, festas, sexo, agitação, aventura, experimentar novas sensações,  gangues, “disputa por quem faz mais coisa “errada”,  comportamento sem compromisso, sem respeito à hierarquia, etc .  Esta historiazinha feminista de que “esporte” corrige isto, capoeira, “discussão sobre sexo e drogas”, “diálogo com os pais”, etc, é pura balela.
Nos últimos 10 anos em virtude das leis sancionadas no Brasil, o País se tornou o mais feminista do mundo!
O que modifica , de fato, uma mente adolescente, é a obrigação de trabalhar ou ocupar-se com algo útil, obrigação de aceitar ordens, obedecer hierarquias, disciplinar seus impulsos agressivos, aventureiros, sexuais.  Esta “obrigação” é contrabalanceada,  nas famílias saudáveis ( que quase não existem mais ), pelo amor ao pai ( outro cuja autoridade e presença é descartada na família feminista de hoje ). É pelo  “amor ao pai” que o adolescente aprende o “amor à autoridade”. Já as mulheres modernas de hoje, as feministas, trabalham o tempo todo para tirar esta “autoridade” do homem, julgando-a machista e truculenta.  As mães, de modo geral, não conseguem instalar este mecanismo “disciplinar-laboral” na mente do adolescente. No máximo, uma mãe diz : “meu filho, vá trabalhar, vá estudar”.
Aí o adolescente retruca : “não vou não, mãe; não quero, não gosto”. E aí a mãe responde : “então tá; mas fica aqui em casa, não saia não, vá ver TV, vá jogar videogame”. A mãe não tem autoridade ou energia máscula para corrigir este adolescente; para  ela, se ele ficar em casa, vendo TV e videogame já está bom demais. O problema é que, diferentemente de sua mãe, o adolescente ou a adolescente  gostam  mesmo é de rua, e aí a coisa degringola.  
Já aquele que tem um pai amoroso e rígido, depois que é “forçado” a trabalhar, ocupar-se,  começa a gostar, pois a maioria dos seres humanos têm um “instinto obsessivo” que os faz gostar de realizar coisas , construir, fazer coisas certinhas, ver o resultado do próprio trabalho, etc.
É um “instinto laboral” que nos faz, enquanto seres humanos, termos gosto pela realização própria. Mas só descobre isto quem é obrigado a trabalhar. Se a pessoa não é jogada no trabalho, nunca vai descobrir este “prazer de realizar”, prazer de ser útil, prazer de construir, prazer de fazer a diferença para algo ou para alguém. Nossos adolescentes de hoje, premidos pelo feminismo, pela ideologia e pelas leis feministas, já não têm mais contato com este tipo de prazer,pois são deixados a seu bel-prazer.
Deixados por conta própria, só buscam o próprio prazer, e a busca do próprio prazer, além de ser destrutiva a médio prazo, é algo que não alimenta a alma e não gera a verdadeira felicidade.  Infelizes, lá no fundo, entram numa busca cada vez mais frenética e arriscada pelo prazer, pela aventura, mas nunca alcançarão a verdadeira paz e a verdadeira felicidade com isto.
Sem ter o que fazer, os adolescentes enveredam-se pelo crime e a sociedade, sem vislumbrar solução para isto, parte para a correção na base da bala ( sabe que “consultórios de psicologia” não resolvem isto; sabe que “centros  e programas governamentais para o adolescente” não  resolvem isto; sabe que “aulas de capoeira”, de sexo, de drogas,  não resolvem isto; sabe que “juízes de menores e assistentes sociais passando a mão na cabeça deles e dizendo : “não faça isto , é errado, é feio”, não resolve isto; sabem que este tal de Estatuto do Adolescente não resolve isto ). Daí surgem os grupos de extermínio , aumento de homicídios, para “corrigir” a invasão de zumbis ( drogados) e adolescentes criminosos para todo  lado.    

(*) Marcelo Caixeta, médico especializado em Psiquiatria do Adolescente pela Universidade de Paris XI.

Esse texto foi originalmente publicado no caderno Opinião Pública, do Diário da Manhã. Todas as opiniões impressas são de responsabilidade única do autor, esse texto não foi submetido a nenhum tipo de alteração. Diário da Manhã

Diego Albert

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