Tudo começou quando o deputado federal piauiense Átila Lira (PSB) teve seu telefone celular clonado por uma quadrilha, que atua em Teresina-PI e em Brasília-DF. O deputado teve sua conta no aplicativo WhatsApp clonada e os criminosos estavam solicitando que seus amigos e apoiadores depositassem dinheiro em uma conta bancária que não pertencia a ele.

Átila Lira afirmou que a fraude começou em Teresina-PI, onde por algumas horas não conseguiu acessar sua conta no WhattsApp, e depois continuou em Brasília-DF, onde a Polícia Civil abriu inquérito policial para apurar o caso.

E o número de vítimas só aumentou. No Piauí, 12 prefeitos também tiveram seus telefones celulares clonados e a quadrilha passou a usar suas contas de WhatsApp para solicitar transferência de recursos públicos para contas bancárias até agora desconhecidas.

Como estava agindo a quadrilha:

Os criminosos clonavam as linhas telefônicas das vítimas com a ajuda de funcionários de operadoras de telefonia. Após a clonagem, a vítima tinha seu aplicativo de mensagens instantâneas bloqueado e perdia acesso. Era quando a quadrilha assumia a identidade da vítima e entrava em contato com funcionários, aliados e amigos para solicitar grandes quantias em dinheiro.

Bandidos clonam Whatsapp do prefeito de Sigefredo Pacheco-PI e tentam aplicar golpe

O prefeito de Sigefredo Pacheco-PI, Oscar Bandeira, registrou um Boletim de Ocorrência na Delegacia Polícia Civil de Campo Maior-PI, cidade distante 86 km de Teresina-PI, denunciando invasão ao seu aplicativo de mensagens instantâneas, WhatsApp.