Junta de psicólogos avalia que Fernanda Lages tinha problemas psiquicos e realmente se matou!

 Junta de psicólogos avalia que Fernanda Lages tinha problemas psiquicos e realmente se matou!
Após dois anos do caso Fernanda Lages Veras, estudante de direito filha da cidade de Barras, um relatório que deve ser entregue ao Ministério Público ainda neste mês de Novembro. Como a Polícia Civil teve de abrir novas diligências, um grupo de peritos vindos de Brasília (DF) fizeram o que pode ser considerada como a maior e mais cara investigação já feita pela Segurança Pública Estadual.
Para dar fim, de vez por todas, ao Caso Fernanda Lages, o relatório deve apontar que a jovem tinha realmente “tendência suicida”. É que os peritos fizeram tudo que é possível saber a respeito da avaliação psicológica de Fernanda Lages. Os profissionais trazidos, com aprovação do próprio MP, estão entre os melhores do País e são de outro estado justamente para demonstrar total imparcialidade.
O questionamento se Fernanda Lages se matou é o principal. Caso se comprove, dará fim ao caso, de vez por todas, e consequentemente acabará com a onda de boatos que existe até hoje. Entre os questionamentos a serem esclarecidos, tem ainda a possível existência de um homem em frente à obra onde a jovem foi encontrada morta. Pois o relatório vai provar que realmente tinha e que, aliás, a própria Polícia Federal já havia apontado isso. O homem foi identificado, mas em nenhum momento foi colocado como acusado. Por algum motivo ele esteve lá, mas em nenhum momento ele, prova-se, esta figura masculina adentrou com Fernanda no prédio.
Com todas as “dúvidas” sendo sanadas, caberá aos promotores de Justiça aceitarem todo o material apurado, que não será muito diferente do que a própria Polícia Civil, bem como a PF, já havia apresentado anteriormente. Mas desta vez com os questionamentos respondidos. A ordem do secretário estadual de Segurança Robert Rios é manter o sigilo até que se encerrem as investigações. “O que posso dizer é que estamos gastando muito dinheiro. É a investigação mais cara do Piauí. Deixamos de proceder muitas outras investigações de homicídio, o estado é pobre e não temos dinheiro para proceder tantas investigações”, afirmou o secretário em recente entrevista à TV Meio Norte.
(*) Por Allison Paixão

Diego Albert

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