Delegado Evaldo Farias

Promotora de Justiça Maria do Amparo Sousa

A Promotora de Justiça Maria do Amparo Sousa entregou na semana passada 13 denúncias de pedofilia e abuso sexual de crianças e adolescentes ao delegado Evaldo Farias, que comanda a Força Tarefa contra a pedofilia na cidade de Barras.
Pedofilia é o envolvimento sexual de uma pessoa adulta (18 anos para cima), homem ou mulher, com pessoas de 14 anos para baixo. De 15 anos para cima deixa de ser pedofilia. Há casos em Barras de mulheres com 18 anos (maior de idade, portanto) envolvidas sexualmente com meninos de 16, 17 anos, que por serem menores de idade se torna crime de “assédio sexual e corrupção de menores”. Há denúncias ainda de mulheres com faixa etária mais elevada envolvidas com rapazes menores de 18 anos.
De acordo com o delegado, as denúncias do Ministério Público Estadual são contra políticos, autoridades e empresários da região.
A promotora solicitou a ida da Força Tarefa Especial para a cidade de Barras após as eleições suplementares motivada pela grande quantidade de casos de denúncias de pedofilia.
O primeiro caso apura o abuso contra quatro crianças e adolescentes, entre 9 e 13 anos. O acusado foi identificado como Genésio do Carmo, dono de um trailler em frente à escola particular onde as meninas estudavam.
Durante o exame de corpo de delito em duas meninas foi constatado que ambas não eram mais virgens (o que não comprova que foi Genésio do Carmo quem tirou a virgindade das mesmas), as outras foram atos libidinosos.
O certo é que para a maioria das meninas hoje em dia, sexo e virgindade não tem tem valor, ou tem, pode custar alguns reais! O “ponto G” de tudo está na banalização do sexo pela mídia (forró, suingueira, novela, etc). Mulher tornou-se “produto fácil e descartável” devido a maioria quase que absoluta delas não se dar valor. Daí as menores de idade, crianças até, copiarem as “ídolos” da TV, das bandas de forró, das novelas… DEMOCRACIA ABSOLUTA EM PAÍS SUBDESENVOLVIDO CULTURALMENTE SE TORNA O SUICÍDIO MORAL E ÉTICO DA PRÓPRIA NAÇÃO.
Um outro caso que foi investigado é referente a um cabeleireiro, que estaria aliciando menores para favores sexuais. Em troca ele oferecia bebidas e presentes.
De “marias chuteiras”, “marias batalhões”, “mulheres chifreiras” a “casos de pedofilia”… Barras está chegando ao fundo do poço no quesito “moral”.