Ala das baianas

  • Na década de 1930, era formada por homens que saíam nas laterais das escolas. Elas traziam navalhas presas às pernas para serem usadas em caso de brigas. A alas das baianas, como se conhece hoje, só viria a ser criada pela Mangueira nos anos 60.

Confetes

  • Era a munição usada na disputa entre os cordões. Chegaram ao Brasil em 1892. As serpentinas serviram para substituir as flores que eram atiradas para saudar a passagem dos carros alegóricos.

Corsos

  • Entre 1907 e 1930, as famílias usavam seus carros para se divertir. Montados nos capôs e nas capotas dos veículos, homens e mulheres mascarados e fantasiados jogavam confetes e serpentinas uns nos outros. Essas carreatas eram chamadas de “corsos”.

Desfiles de fantasia

  • Inspirados nos bailes de máscara do Carnaval de Veneza, os desfiles de fantasia do Teatro Municipal do Rio de Janeiro começaram em 1937.
  • Clóvis Bornay foi o vencedor do primeiro concurso com a fantasia Príncipe Hindu. Caçula de 12 irmãos, Bornay nasceu em 1916 em Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro. O concurso durou até 1972.
  • Seu maior adversário era o costureiro baiano Evandro de Castro Lima. Bornay morreu no dia 9 de outubro de 2005, aos 89 anos. O carnavalesco foi vítima de uma parada cardiorrespiratória.

Lança-perfume

  • O lança-perfume foi trazido da França em 1906. Era feito com perfume e cloreto de etila. Até o final dos anos 50, o máximo da ousadia era espirrar um jato gelado nas pernas das moças.
  • Não se sabe quem inventou a moda de cheirá-lo, mas em 1961 o presidente Jânio Quadros proibiu o seu uso, porque a substância estava sendo aspirada como uma droga, um estimulante.
  • Cinco anos depois, o presidente Castello Branco assinou a lei que bania definitivamente o lança-perfume dos bailes de Carnaval.

Rei Momo

  • Deus zombeteiro, do sonho e da noite, na mitologia grega, acabou virando Rei do Carnaval no Brasil, depois que a monarquia acabou no país. Por isso é que se fala em reinado de Momo para designar o Carnaval. O primeiro Rei Momo foi instituído pelo jornal carioca A Noite, em 1933.
  • O eleito foi o músico Silvio Caldas, que, por sinal, era magérrimo. Atualmente, um comitê escolhe o monarca da folia com base em quesitos como desembaraço, sociabilidade, facilidade de expressão, simpatia e espírito carnavalesco.
  • Até 1997, também era obrigatório que o candidato pesasse pelo menos 100 quilos, mas esta norma foi descartada para preservar a saúde dos concorrentes. Um dos Rei Momos mais famosos é Alex de Oliveira Silva. Ele chegou a ser o mais pesado da história, com 220 quilos.
  • Inspirados nos bailes de máscara do Carnaval de Veneza, os desfiles de fantasia do Teatro Municipal do Rio de Janeiro começaram em 1937.
http://i251.photobucket.com/albums/gg283/scrapskut/pascoa/carnaval/carnavalscrapskut7.gif



Ala das baianas
  • Na década de 1930, era formada por homens que saíam nas laterais das escolas. Elas traziam navalhas presas às pernas para serem usadas em caso de brigas. A alas das baianas, como se conhece hoje, só viria a ser criada pela Mangueira nos anos 60.

Confetes

  • Era a munição usada na disputa entre os cordões. Chegaram ao Brasil em 1892. As serpentinas serviram para substituir as flores que eram atiradas para saudar a passagem dos carros alegóricos.

Corsos

  • Entre 1907 e 1930, as famílias usavam seus carros para se divertir. Montados nos capôs e nas capotas dos veículos, homens e mulheres mascarados e fantasiados jogavam confetes e serpentinas uns nos outros. Essas carreatas eram chamadas de “corsos”.

Desfiles de fantasia

  • Inspirados nos bailes de máscara do Carnaval de Veneza, os desfiles de fantasia do Teatro Municipal do Rio de Janeiro começaram em 1937.
  • Clóvis Bornay foi o vencedor do primeiro concurso com a fantasia Príncipe Hindu. Caçula de 12 irmãos, Bornay nasceu em 1916 em Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro. O concurso durou até 1972.
  • Seu maior adversário era o costureiro baiano Evandro de Castro Lima. Bornay morreu no dia 9 de outubro de 2005, aos 89 anos. O carnavalesco foi vítima de uma parada cardiorrespiratória.

Lança-perfume

  • O lança-perfume foi trazido da França em 1906. Era feito com perfume e cloreto de etila. Até o final dos anos 50, o máximo da ousadia era espirrar um jato gelado nas pernas das moças.
  • Não se sabe quem inventou a moda de cheirá-lo, mas em 1961 o presidente Jânio Quadros proibiu o seu uso, porque a substância estava sendo aspirada como uma droga, um estimulante.
  • Cinco anos depois, o presidente Castello Branco assinou a lei que bania definitivamente o lança-perfume dos bailes de Carnaval.

Rei Momo

  • Deus zombeteiro, do sonho e da noite, na mitologia grega, acabou virando Rei do Carnaval no Brasil, depois que a monarquia acabou no país. Por isso é que se fala em reinado de Momo para designar o Carnaval. O primeiro Rei Momo foi instituído pelo jornal carioca A Noite, em 1933.
  • O eleito foi o músico Silvio Caldas, que, por sinal, era magérrimo. Atualmente, um comitê escolhe o monarca da folia com base em quesitos como desembaraço, sociabilidade, facilidade de expressão, simpatia e espírito carnavalesco.
  • Até 1997, também era obrigatório que o candidato pesasse pelo menos 100 quilos, mas esta norma foi descartada para preservar a saúde dos concorrentes. Um dos Rei Momos mais famosos é Alex de Oliveira Silva. Ele chegou a ser o mais pesado da história, com 220 quilos.
  • Inspirados nos bailes de máscara do Carnaval de Veneza, os desfiles de fantasia do Teatro Municipal do Rio de Janeiro começaram em 1937.
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