Camocim, litoral oeste do Ceará, repórteres da Tribuna de Barras aportam por lá. Veja fotos!

 Camocim, litoral oeste do Ceará, repórteres da Tribuna de Barras aportam por lá. Veja fotos!

Camocim (CE) – Os repórteres da tribunadebarras.com continuam mostrando as belezas das cidades do Oeste do Ceará, região limítrofe com o Piauí que foi descoberta pelos turistas e recebe semanalmente milhares de pessoas advindas de vários locais do País e do exterior.

Os gestores públicos investem maciçamente no saneamento básico, energia elétrica e saúde. A maioria das cidades tem 100% de esgoto sanitário. Em Viçosa, por exemplo, os moradores se sentem orgulhos em dizer que na cidade ninguém joga papel no chão! Entrevistado pelo repórter Davi Santos, o senhor Raimundo Linhares disse: “Aqui em Viçosa se alguém jogar ao menos um papel de bombom no chão logo é repreendido por algum conterrâneo que estiver por perto”. De fato, as ruas limpas provam.
Davi Santos, Daniel Santos, Natan Santos, acompanhados do editor Reinaldo Barros Torres visitam Camocim e Viçosa e fizeram belas imagens das duas cidades e da Serra da Ibiapaba, que separa o Piauí do Ceará. Eles foram ao vizinho estado com o patrocínio da multinacional Mc Donald’s, uma das empresas que acreditam no trabalho da tribunadebarras.com e colocam suas marcas na home page.
Para ter a logomarca da sua empresa na home page da tribunadebaras.com, telefone para (86) 9949-6822 e fale com o Diretor Comercial Davi Santos.
Abaixo veja fotos da nossa equipe de reportagem na cidade praiana de Camocim.

Abaixo, fotos da equipe da tribunadebarras.com no Hotel Ilha do Amor, telefone  (88) 3621-0165, local de hospedagem dos repórteres em Camocim
Matérias da tribunadebarras.com relacionadas à região serrana do oeste do Ceará, clique nos linques a seguir:
Saiba mais sobre Camocim:
O topônimo camocimcambucycamucym ou camotim vem do Tupi Guarani e poder siginificar:
  • buraco para enterrar defunto ou pote (vaso em geral), segundo Silveira Bueno;
  • a urna funerária dos indígenas, também chamada de igaçaba;
  • louça em geral segundo Gonçalves Dias.
Provavelmente o topônimo camocim é uam alusão ao ritual funerário(enterro) dos Tremembé, que não praticavam a antropofagia como diversos povos indígenas que viviam nas terras do Ceará.
Sua denominação original era Barra do Camocim e desde 1879, Camocim.[6]
É costume os moradores desta cidade serem chamados de coró (peixe abundante na região), assim como os moradores da cidade de Granja são conhecidos como cangati.

Mapa do costa do Ceará em 1629

A área na qual Camocim localiza-se é um teriitório de uma rica história de intercâmbio e conflítos entre os povos indígenas nativos e os europeus, tais como os franceses, holandeses, ingleses e portugueses. Os franceses já negociavam, o chamado escambo, com os povos nativos dessa região antes mesmos das primeiras expedições portuguesas,[7].
Os primeiros habitantes foram os indigenas de várias etnias, tais como os Tremembé,[8][9]Tabajara, Jurema, Jenipaboaçu, Cambida,[10].
Os portugueses chegaram nestas bandas, a partir da segunda metade do Século XVI, com diversos intuítos: um reconhecimento completo da região a partir de Tutóia noMaranhão aos limites finais entre Ceará e Rio Grande do Norte ou como base de apoio para a ocupação do litoral, bem como base de apoio para confrontos militares com os franceses que ocupavam o Maranhão. Deste momento histórico existem várias cartas topográficas datadas dos séculos XVII[8], que já descrevem a barra do rio Camorim, que foi catografada com o nome de Rio da Cruz[8]. Em 1604, Pero Coelho de Souza, passou nestas bandas com rumo a Ibiapaba e as batalhas contra os nativos que apoiaram os franceses e contas o franceses estabelecidos na região entre o Camocim e o Maranhão.
Depois da segunda metade do século XVII, depois da saídas dos neerlandeses do Brasil, os jesuítas tinham o Camocim como porto e porta de entrada para a Ibiapaba. Dessa época surgiu ainda por parte dos portugueses o projeto de construir o Forte em Camocim com a intenção de proteger os assentamentos portugueses dos ataques dos índios e impedir que outros povos europeus fizessem escambo com os nativos indígenas, porém este projeto não foi adiante. A região do Camocim era o centro de apoio para as ações militares e religiosas por parte dos portugueses.
A Barra do Camocim como núcleo urbano vai consolida-se com a traferêcia da Missão de da Tabainha. Um empreendimento do padre Ascenço Gago, com o intuíto de aldaiar os Tremembé e outra etnias.
A partir de 1792, chegam a Barra do Camocim, famílias oriundas de Tutoia, as quais inplementaram a agricultura e pecuária na região. Em 1868, foi criado o distrito policial e desta forma Camocim consolida-se como núcleo urbano.[6]
E o que vai definitivamente consolidar Camocim como centro urbano e econômico é a construção da Estrada de Ferro de Sobral-Camocim a partir de 1879[11] e do porto.

Geografia

Bandeira de Camocim.

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Clima

Tropical quente sub-úmido com pluviometria média de 1.350 mm [12] com chuvas concentradas de janeiro à abril.[13] O vento è muito forte de julio atè janeiro, normalmente entre os 25-35 knts

Diego Albert

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